sábado, 29 de outubro de 2011

Já conhece a Cadernética?

Galera, se liga nesse patrocinador, melhor dizendo, patrocinadora. A Cadernética é uma marca de encardenação artesanal idealizada e administrada pela artesã Marina Morais. E é a própria Marina quem produz todos os cadernos da marca.


"Resolvi aprender encadernação artesanal, pois tinha uma vontade enorme de poder fazer meus próprios cadernos. Isso foi no começo de 2010. De lá pra cá, essa vontade não parou, tanto que tenho uma verdadeira coleção de cadernos que fiz para mim mesma", conta Marina sobre o surgimento da marca.

 Essa é a Marina. Ela sempre segue a temática do caderno nos ensaios fotográficos de divulgação.

A Cadernética trabalha com encadernações temáticas, mas também faz produtos personalizados. Olha que bacana! As capas dos cadernos são feitas em papel, papel de tecido ou tecido importado, vai depender do gosto do freguês. Já os tamanhos dos cadernos variam de pequeno, médio e grande.

Confira alguns modelos.

Paz Hippie

Rock Dreams

Florzinhas
Modelo Filmes de Horror
  
Modelo Moda Retrô

 Modelo Pin-ups

Modelo Blah Blah Blah (inspirado no musical da Broadway 'Spring Awakening')

Quer saber mais sobre a Cadernética e ver outros modelos? Acesse:
Blog: www.cadernetica.wordpress.com
Facebook: www.facebook.com/cadernetica
Twitter: @cadernetica

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Primeiro teaser de divulgação

Galera, confiram aí nosso primeiro teaser de divulgação com participação mais que especial da nossa querida e amada Ema.


Produção: Equipe WOODS
Roteiro e edição: Waleska Santiago
Direção de arte: Waleska Santiago e Ícaro Sampaio

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Caça aos patrocinadores

Galera, hoje foi mais um dia de continuar nossa busca por patrocinadores. Com a cartilha de Patrocínio em mãos, parte da equipe WOODS foi atrás desses seres valiosos. Tivemos até um encontro inesperado. Confiram aê nas fotos.
ANIMAÇAL, meu povo.
Da esquerda para direita: Damaris, Beatriz, Layahra, Marina, Fernanda e Débora.

Meninas?! É é... meninas?! Não é pra ficar tirando fotos, blza?! Vamo lá, vamo lá.
 
 
Agora sim, eheheh! \o/

E no meio dessa muvuca acabamos encontrando... E aí você se pergunta: "Quem? Quem?" Encontramos a maravilhosa pessoa que nos dará um 10 após a realização do evento, nossa querida professora e orientadora Adriana Helena.

Na verdade não a encontramos. Tudo foi culpa do Cosmo que realinhou os planetas e fez com que os caminhos se cruzassem. Coisas do DESTINO. Mas peraê! Será que a profe já estava nos avaliando? Reflita.

 
Tietagem com a prof. Adriana Helena.

Fotos: do celular ou da câmera de uma das meninas.

STJ reconhece casamento civil entre homossexuais

Por 4 votos a 1, ministros decidiram que duas mulheres no Rio Grande do Sul poderão se casar. Caso abre precedentes para julgamentos futuros
 
Público participa da 15ª Parada do Orgulho Gay em São Paulo. Foto: Anderson Barbosa/Fotoarena
 
Em decisão inédita nesta terça-feira, a quarta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Por 4 votos a 1, os ministros decidiram que duas mulheres em relacionamento estável há cinco anos estão habilitadas para se casar em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O casal havia entrado com um recurso especial, depois de ter o casamento negado por dois cartórios de registro civil e pelo Tribunal de Justiça do estado.

O julgamento foi iniciado na última quinta-feira, 20 de outubro. Na ocasião, quatro ministros votaram a favor do pedido. Num voto de 21 páginas, o relator do processo, ministro Luis Felipe Salomão, apoiou o casamento entre homossexuais amparando-se em citações de juristas e especialistas brasileiros e estrangeiros. "Um dos objetivos fundamentais da República é promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação", escreveu Salomão em seu voto.

O ministro Marco Buzzi, último a votar na quinta-feira, pediu vista do processo – e postergou a decisão. Ao apresentar seu voto na sessão desta tarde, Buzzi recomendou que o caso fosse levado a julgamento na Segunda Seção, que reúne os ministros das duas turmas especializadas em direito privado. Por maioria de votos, o pedido foi rejeitado. Prosseguindo o julgamento, Buzzi resolveu acompanhar a decisão relator.

Já o ministro Raul Araújo, que também havia acompanhado o voto de Salomão, mudou de posição. Araújo ponderou que o caso envolve interpretação da Constituição Federal e que, portanto, seria de competência do Supremo Tribunal Federal (STF). Por essa razão, ele foi o único a votar contra o recurso. Em maio, o STF reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo. A decisão desta terça-feira abre precedentes para julgamentos futuros.